Cantinho da Ramboia quer honrar legado e ganhar títulos

A direção do Cantinho da Ramboia, onde se inclui o diretor Pedro Gomes, já se encontra em funções há vários anos, até porque estabilidade, solidariedade e família são palavras-chave deste clube que mantém o treinador Paulo Moleiro e a maioria do plantel há três anos. É assim que querem continuar a fazer boa figura na Taça Pecol, onde passaram à segunda eliminatória e que querem conquistar títulos, honrando o legado do clube.

Ano passado: quinto lugar, vencedor da Taça Cidade de Espinho, finalista da Taça Associação e da Supertaça… A época foi positiva?
Pedro Gomes – No campeonato acabou por não ser a época que gostaríamos, o quinto lugar está longe dos nossos objetivos. O certo é que voltamos aos títulos, aquilo que alimenta os grandes clubes.
Paulo Moleiro – Eu convivi com o Cantinho desde pequeno, sempre vi o Cantinho com uma grandeza enorme no aspeto social e nas condições que oferece aos seus atletas. Vim para o Cantinho há três anos para estabilizar o clube em termos desportivos e marcar presença nos momentos decisivos. Na primeira época ficamos em segundo lugar, o quinto lugar da época passada não foi bom, mas, tendo em conta que já não conseguíamos o título, a equipa técnica optou por apostar tudo nas taças. Conseguimos a Taça Cidade de Espinho, poderíamos ter conseguido as outras duas (Associação e Supertaça), mas o mais importante neste clube é a nossa presença nestas decisões finais. É para isso que trabalhamos.

A Taça Cidade de Espinho abriu as portas para a presença na Taça Pecol, onde passaram à segunda eliminatória. Como está a ser essa experiência?
PM – Estar neste tipo de provas dá-nos uma dimensão diferente do futebol. Sabemos que não vamos ganhar, mas os jogadores têm de aproveitar o momento. Conhecendo os outros campeonatos e respeitando todas as equipas, tenho a certeza de que há equipas do futebol popular de Espinho que podem defrontar qualquer equipa da II divisão distrital, a diferença de qualidade não é grande, até porque o futebol popular já apresenta outras condições, os treinadores têm uma mentalidade diferente, os jogadores também têm outro tipo de formação e conseguem lá chegar.

Esta participação é prestigiante para um clube que se quer afirmar no popular espinhense.
PG – A Taça Pecol era um objetivo do clube desde que a nossa associação tem protocolo com a Associação de Aveiro (AFA), porque esta participação implica que na época anterior ganhamos títulos e esse era o nosso objetivo. Demoramos um bocadinho, ma chegamos lá e agora queremos aproveitar a experiência e fazer com que ela dure o máximo. tem passado de geração para geração.

Leia a entrevista na íntegra na edição impressa do Jornal N.

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