Rita Bastos, da IL, justifica “falta de visão” dos governantes para o perdurar de um “Espinho dormente”

Rita Bastos é a coordenadora do Núcleo Territorial da Iniciativa Liberal (IL) de Espinho, criado no final de 2022. Segundo a coordenadora, a nível nacional, as expectativas do partido nas próximas eleições legislativas são de um crescimento de 50%. Relativamente a Espinho, a liberal referiu que existe uma falta de visão que tem perdurado nos últimos anos e que as potencialidades da cidade poderiam ser melhor exploradas. Disse também que a Câmara Municipal de Espinho é uma ambição para o partido. 

Como surgiu a política na sua vida?

A vida política faz parte da nossa vida social como cidadãos e sempre tive essa noção. No meu entendimento não bastava estar à espera de que as coisas acontecessem e procurei fazer a minha parte. Sempre fui interessada. Acompanhava de longe e, na realidade, sempre me senti liberal. Quando surgiu a IL, naturalmente arregacei as mangas e perguntei como podia ajudar.

As propostas da IL para o crescimento económico do País são a redução de impostos e o aumento de salários. Quer concretizar?

Estas medidas têm impacto nacional e também se sentiriam em Espinho. A ideia assenta numa redução do tamanho do Estado e de quanto este se coloca na vida dos cidadãos e das empresas. Quando falamos, por exemplo, de reduções do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS), aqui haveria, desde logo, um impacto no valor disponível no bolso de cada pessoa ao final do mês. Além disso, iria desonerar as empresas e dar-lhes-ia maior capacidade para aumentarem salários, contratarem mais pessoas e fazerem investimento em crescimento. Espinho tem tudo para ser uma cidade incrível. Creio que iriamos ver um florescimento da actividade económica, da capacidade de compra das pessoas, que poderiam usufruir mais de uma cidade fabulosa à beira-mar, perto do Porto e das vias de comunicação.

 

Leia a entrevista completa na nossa edição impressa. 

 

 

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