Hugo Costa foi recentemente reeleito para mais um mandato à frente do Clube Desportivo de Paços de Brandão. O regresso ao Campeonato Sabseg aumenta a pressão e os esforços de todos os envolvidos, mas a aposta é na continuidade do treinador Tiago Leite, assim como da maioria do plantel que subiu de divisão. Diogo Belinha, pacense de gema, é a maior novidade para a nova época. Da manutenção do ataque prolífico e da melhoria do registo defensivo vai depender o futuro do clube no escalão de elite aveirense.
Apesar de ter falhado a conquista do troféu nas grandes penalidades, pode dizer-se que o Paços de Brandão cumpriu os objectivos da época?
O grande objectivo foi alcançado: a subida de divisão, depois de ter caído no ano passado. Mas faltou a cereja no topo do bolo.
O Paços foi uma equipa de vários ciclos ao longo da época, com séries de vitórias e de empates/derrotas. A equipa precisa de evoluir no controlo mental para o patamar que se avizinha?
Desde o início da época, fomos os únicos que assumimos que queríamos subir: pelo orçamento e pelo plantel que construímos. Começamos o campeonato com sete vitórias consecutivas, e toda a gente já dizia que íamos ser campeões sem derrotas. Depois tivemos o problema do jogo em Sanguedo, com cinco/seis expulsões que condicionaram as jornadas seguintes porque o nosso plantel estava construído com 16/17 jogadores de campo. Tivemos de recorrer a juniores que não estavam tão preparados. A primeira volta foi atribulada, longe do que tínhamos pensado. Mas depois fizemos uma segunda volta de excelência.
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