Real Recarei quer ganhar “alguma coisa”

Com vontade de crescer e em processo de se transformar em associação, o Real Recarei (Paredes) compete na Liga de Ovar onde procura um lugar entre os melhores e esta época, em que ainda não perdeu qualquer jogo, procura conquistar um troféu, como revela o presidente Vitorino Rocha.

Quando nasceu o clube e qual a sua ligação à Liga de Ovar?
O clube foi fundado em 1980 por um grupo de amigos. Na altura não havia estas ligas de futebol popular e o clube esteve um bocado parado. Eu cheguei a jogar neste clube e quando assumi a presidência quis levá-lo para a competição, tivemos uma primeira experiência em outra competição e integramos a Liga de Ovar quando foi criada. Com o aparecimento d a Liga de Valongo viemos competir para mais perto, mas essa Liga não tinha a mesma credibilidade, até já acabou e acabamos por regressar à Liga de Ovar. Quem gere esta Liga são pessoas competentes, é muito bem organizada e credível, com bons clubes.

A Liga evoluiu muito desde a sua criação.
De ano para ano a Liga cada vez cresce mais em qualidade. Antigamente não havia tanta formação de atletas, agora há muita formação e não há espaço para todos nas ligas federadas, pelo que vêm para o futebol popular dando outro tipo de qualidade ao futebol popular, já não é o pontapé para a frente, vê-se futebol. Por vezes vê-se melhor futebol nestas ligas do que no distrital.

(…)

Quais são os objetivos para esta época?
O nosso objetivo é ganhar alguma coisa. No primeiro ano em que entramos em competição ganhamos a Taça e a Supertaça da época seguinte, desde então chegamos a ter algumas presenças em meias-finais, mas não conseguimos mais nenhum troféu e esse é o nosso objetivo. É difícil devido há qualidade das equipas.

Quais são os adversários mais difíceis?
O União da Mata é sempre um forte candidato, o Sanguedo tem uma equipa muito boa, nós já jogamos com eles este ano e empatamos 1-1, mas quase todas as equipas são boas, há sempre resultados surpreendentes, pois todas as equipas dão luta. Perante o Mozelos estivemos a perder por 1-0 até aos 35 minutos, ganhamos, mas a equipa deu luta. Desta vez correu bem, mas há jogos em que as coisas não correm bem.

(Leia a entrevista na íntegra na edição impressa do Jornal N)

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