O CD Tarei finalizou a época 22-23 num honroso 6º lugar na II Divisão distrital, com a particularidade de ter contado com apenas um empate. Susete Silva, no clube há sete anos em múltiplas funções, deu algumas pistas sobre as ambições do clube para a temporada que se avizinha no escalão sénior. Em relação às camadas jovens, lamenta a perda do bairrismo, que tem dificultado a manutenção de jogadores.
A equipa ficou em 6º lugar no campeonato, sensivelmente a meio da tabela. Do que falou com a direção e equipa técnica, esta época correspondeu às expectativas?
O balanço é positivo: a nossa ambição nunca foi subir, mas sim ficar na parte superior da tabela. Até tendo em conta as épocas anteriores, nesta houve uma superação.
A freguesia de São Miguel de Souto, onde o clube se encontra, situa-se numa zona periférica do concelho de Santa Maria da Feira, mas por outro lado mais perto de São João da Madeira e Ovar. Sente que isso é benéfico ou prejudicial em termos de recrutamento de jogadores?
Considerando todos os escalões e não apenas seniores, a nossa localização não é propriamente favorável, pelo facto de existirem bastantes clubes perto de nós: estamos perto do Arada, da EF Rui Dolores, do Feirense, da Sanjoanense. Tendo em conta que a freguesia não é grande e também tem outro clube, o Mosteirô, o recrutamento não é fácil.
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