Bombeiros da Paz de Arrifana lutam em várias frentes

Ismael Matos é o vice-presidente da corporação dos Bombeiros Voluntários de Arrifana. Elemento da casa há quase 11 anos, teve desde tenra idade uma forte ligação à instituição. Não é por isso de admirar que quando foi necessário renovar a direcção não tenha tido dificuldade em aceitar o desafio de a integrar, sendo, aos 39 anos, o seu mais jovem elemento. Com ele estão mais sete elementos efectivos, liderados por Lino Rocha, presidente que entrou em Janeiro deste ano, substituindo Serafim Lopes que chefiou a corporação durante largos anos. Dos sete elementos três são mulheres. Uma das dinâmicas que querem ver implantadas na direcção é a aplicação das valências de cada um dos seus elementos. “Cada um dá o seu contributo, ficando responsável por uma determinada área”, explica o engenheiro de profissão.

Em meio ano, que a Ismael Matos parece bastante mais, foram feitas mudanças na organização, sempre com o intuito de melhorar a prestação da corporação e, sobretudo, ver enaltecido o papel do ser humano. Os objectivos para o futuro são muitos e os Bombeiros contam com toda a ajuda que a sociedade, no seu todo, possa oferecer.

 

Como está organizada a estrutura dos Bombeiros de Arrifana?

Ponto um: somos todos voluntários. Uma direcção, um comandante, Joaquim Teixeira, um segundo-comandante, Ricardo Castro, e um adjunto, Manuel Santos, estes dois últimos funcionários a tempo inteiro.

Que eventos organizam?

Em Março, com o apoio do XTT, fizemos o primeiro passeio todo terreno em Arrifana. Tivemos de encerrar as inscrições durante a última semana porque já não havia condições para albergarmos mais participantes. Organizamos uma caminhada solidária, o Festival da Francesinha, em Outubro, e o Festival das Colectividades. Tudo isto resulta de um esforço e cooperação entre a direcção, bombeiros e pessoas externas à associação, num verdadeiro espírito de equipa, que nos permite ir realizando alguns projectos, como foi o caso da renovação das camaratas e da aquisição de cacifos para cada bombeiro. Temos também donativos de alguns beneméritos. Tentamos usar os subsídios para a nossa gestão diária e usar os extras para melhorar a estrutura.

 

Leia a entrevista na íntegra na nossa edição impressa. 

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