A Igreja Matriz de Santa Maria da Feira foi palco, pela primeira vez, das sessões noturnas dos “Ecos gregorianos”. Com a casa monástica bem iluminada e silenciada, o grupo coral composto por cerca de meia centena de “monges” convidou os presentes à introspeção e à meditação, num ambiente intimista e sepulcral, ao som a capella dos cantos litúrgicos católicos.
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